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    Cirurgia minimamente invasiva é também chamada de cirurgia laparoscópica. Nestes procedimentos o cirurgião faz uma ou várias incisões pequenas, que variam de 0,5 a 1,5 cm) para inserir tubos especiais através da parede abdominal. O número de incisões depende do tipo de cirurgia. Os tubos permitem que o cirurgião coloque câmeras ou instrumentos especialmente desenhados para realizar procedimentos com a mínima agressão possível.

     

    Quando você é submetido à cirurgia minimamente invasiva, possivelmente você perde menos sangue, tem menos dor pós-operatória, cicatrizes menores e também tem uma recuperação mais rápida do que com as cirurgias convencionais.

    Os benefícios da cirurgia minimamente invasiva são:

    * Menor dor no pós operatório * Menor lesão tecidual * Melhor resultado estético * Período de internação mais curto * Menor perda sanguínea * Rápido retorno às atividades diárias Seu caso pode ser tratado por Cirurgia Minimamente Invasiva? Cirurgias minimamente invasivas são indicadas sempre que possível. Alguns procedimentos e cirurgias em algumas situações, entretanto, não podem não ser realizados por esta técnica. A avaliação do cirurgião é que vai em última análise decidir a melhor abordagem para a doença. Realizamos os seguintes procedimentos minimamente invasivos: Apendicectomia A retirada do apêndice é geralmente realizada quando o paciente apresenta apendicite ou inflamação do apêndice. Na grande maioria das vezes realizamos este procedimento por videolaparoscopia. Esta abordagem permite uma avaliação de toda a cavidade abdominal, através de pequenas incisões, para confirmar o diagnóstico e excluir outros problemas. Como são utilizadas apenas incisões muito pequenas o resultado estético após a cirurgia é excelente, e o tempo de recuperação acaba sendo bem menor. Retirada da vesícula biliar - Colecistectomia Os problemas na vesícula biliar são geralmente causados pela presença de cálculos biliares (pedras). Os sintomas podem variar de dor, náuseas, vômitos até icterícia (amarelão nos olhos e pele) e inflamação aguda do pâncreas. Quando isso ocorre, a remoção da vesícula e dos cálculos biliares é recomendada. Este procedimento geralmente é realizado através de videolaparoscopia. Nos casos onde os cálculos da vesícula migram para o canal biliar (coledocolitíase), evoluindo com icterícia e inflamação do pâncreas, realizamos a remoção destes cálculos através da endoscopia, utilizando a colangiografia endoscópica retrógrada. Correção de Hérnias inguinais e incisionais Hérnias inguinais e incisionais podém ser corrigidas com técnicas minimamente invasivas. A vantagem da correção das hérnias inguinais e incisionais por via laparoscópica é o menor tempo de internação hospitalar, o menor tempo de recuperação e retorno mais rápido às atividades habituais. Remoção do Baço - Esplenectomia Certas doenças do baço podem resultar em uma perigosa redução do número de plaquetas e células vermelhas (anemia) em circulação. Se medicamentos não conseguirem tratar o problema, a remoção do baço (esplenectomia) é indicada. A remoção do baço geralmente pode ser realizada através de videolaparoscopia. Ressecções do Cólon e Reto (Intestino Grosso) - Colectomias A remoção do intestino grosso (cólon) pode ser realizada por técnicas cirúrgicas minimamente invasivas. Realizamos todos os tipos de ressecções do intestino grosso por videolaparoscopia (retosigmoidectomia, colectomia segmentar, colectomia direita, esquerda e colectomia total). Através de técnicas minimamente invasivas estamos aptos a tratar desde o câncer do cólon e reto, até doença inflamatória intestinal, doença diverticular e endometriose com acometimento intestinal.
  • Cirurgia de Obesidade
    Cirurgia de Obesidade 
    O que é?
    Quais são os tipos de Cirurgia de obesidade?
    Por Que a cirurgia de obesidade é realizada?
    Quem tem indicação para a cirurgia de obesidade?
    Riscos?
       
    Dra. Carolina Gonçalves e Dr. Philip Schauer
                    Voltar ao Início O que é? São cirurgias que fazem alterações no seu sistema digestivo para ajudar na perda de peso pela limitação da quantidade de alimentos ingeridos, pela redução da absorção de nutrientes e por alterações hormonais. Gastroplastia e outras cirurgias para a perda de peso são realizadas quando dieta, atividade física e alterações comportamentais não foram efetivas para o tratamento da obesidade ou quando problemas de saúde graves aparecem devido ao excesso de peso. Voltar ao Início Quais são os tipos de cirurgia de obesidade? Existem vários tipos de cirurgia de obesidade, conhecidos coletivamente como cirurgia bariátrica. Muitos cirurgiões preferem a gastroplastia com derivação em Y de Roux porque é uma das cirurgias mais efetivas e com o menor índice de complicações do que outras cirurgias para perder de peso. Entretanto, todos os tipos de cirurgias de obesidade, incluindo a gastroplastia com derivação em Y de Roux, são procedimentos grandes que possuem riscos importantes e podem ter efeitos colaterais diversos. Além disso, é necessário realizar alterações permanentes no hábito de vida, assim como na dieta, e realizar exercícios físicos regulares para que as cirurgias bariátricas tenham sucesso em longo prazo. Tipos mais comuns de cirurgia de obesidade:
    • Gastroplastia com Derivação em Y de Roux
    • Gastroplastia vertical
    • Banda Gástrica laparoscópica ajustável
    • Derivação bílio-pancreática
    v Voltar ao Início Por que a cirurgia de obesidade é realizada? Os procedimentos de cirurgia de obesidade são realizados para ajudar na perda do excesso de peso e para reduzir o risco de problemas de saúde graves, que incluem: Doença do refluxo gastroesofágico, Doenças cardíacas, Hipertensão arterial sistêmica, Apnea do sono, Diabetes Mellitus tipo 2, e doenças vasculares cerebrais. Voltar ao Início Quem tem indicação para a cirurgia de obesidade? Em geral, a gastroplastia com derivação gástrica em Y de Roux ou outras formas de cirurgia bariátrica podem ser uma opção para indivíduos que apresentarem:
    • Índice de massa corporal (IMC = peso/altura2) igual ou maior do que 40 (obesidade grau III, ou obesidade mórbida)
    • Índice de massa corporal entre 35 e 39.9, e apresentar problemas de saúde graves relacionados à obesidade, tais como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, ou apnea do sono.
    • Em alguns casos selecionados, você pode  qualificar para certos tipos de cirurgia bariátrica se seu IMC for entre 30 e 34.9, caso apresente problemas de saúde graves relacionados a obesidade.
    Entretanto, a gastroplastia com derivação gástrica não é um procedimento para todos aqueles que apresentam IMC maior do que 40 ou entre 35 e 39.9. Indivíduos com obesidade devem ser enquadrados de acordo com protocolos médicos para qualificar para a cirurgia. Pacientes com a intenção de se submeter a estes procedimentos devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar e devem estar cientes que necessitam realizar mudanças permanentes no hábito de vida. Além disso, devem estar dispostos a realizar um segumento em longo prazo, que inclui monitorização da nutrição do estilo de vida e das condições médicas. Voltar ao Início Riscos? Como qualquer cirurgia, gastroplastia e outras cirurgias bariátrica também possuem riscos em curto e em longo prazo. Riscos associados com o procedimento cirúrgico incluem: sangramento excessivo, infecção, efeitos adversos da anestesia, coágulos sanguíneos, problemas respiratórios, fístulas (vazamentos de líquidos a partir dos órgãos do sistema digestivo) e óbito (raro). Riscos em longo prazo e complicações da cirurgia de obesidade variam de acordo com o tipo de cirurgia. Podem ocorrer as seguintes complicações:
      • Obstrução intestinal
      • Síndrome de Dumping causando diarréia, náuseas ou vômitos
      • Cálculos na vesícula biliar
      • Hérnias
      • Hipoglicemia
      • Desnutrição
      • Perfuração gástrica
      • Úlceras
      • Vômitos
      • Óbito (raro)
      Voltar ao Início MANUAL DO PACIENTE CIRURGIA DE OBESIDADE LIVROS RECOMENDADOS
  • Cirurgia Colorretal

    Cirurgia Colorretal Minimamente Invasiva

    O desenvolvimento de técnicas minimamente invasivas é um dos mais importantes avanços da cirurgia colorretal. O tempo de recuperação é mais curto, permitindo o retorno precoce às atividades habituais. Voltar ao Início

    Colectomia Laparoscópica
    O QUE É COLECTOMIA
    O  cólon (intestino grosso) é a última parte do seu sistema digestivo. Esta parte do intestino tem como principal função absorver água e armazenar as fezes antes destas serem eliminadas. O colon é formado por músculo liso e tem como reversitmento uma camada mucosa formada por milhoes de células e também pela microbiota específica chamada flora intestinal. O colon em um adulto tem de 1,2  1,8 metros. O reto é a última porção do cólon e possui cerca de 15 cm de comprimento. COLECTOMIA é a cirurgia que remove parte do cólon, ou intestino grosso.   COLECTOMIA DIREITA
    Parte ou todo colon ascendente e ceco são removidos e o cólon é reconectado ao intestino delgado.   COLECTOMIA ESQUERDA
    Parte ou todo colon descendente é removido. O colon transverso é reconectado ao reto.   Sigmoidectomia
    Parte ou todo colon sigmoide é removido e o colon descendente é reconectado ao reto.   RESSECÇÃO ABDOMINO-PERINEAL DO RETO
    Parte ou todo cólon sigmoide e todo o reto e ânus são removidos. É feita uma colostomia. A colostomia cria uma abertura do intestino na parede abdominal..   EM QUE SITUAÇÕES É PRECISO REALIZAR COLECTOMIA?
    Esta cirurgia é feita em doenças que causam sintomas tais como:

    • Câncer
    • Pólipos
    • Sangramento
    • Obstruções
    • Diverticulite recorrente
    • Volvo
    • Prolapso retal
    Para a maioria dos pacientes a colectomia vai curar a doença ou reduzir os sintomas.   SINTOMAS DE ALARME
    Sintomas de doença colorretal incluem: sangramento anal, dor abdominal, mudança do hábito intestinal (diarreia, constipação, mudança do calibre das fezes, etc.), perda de peso, cólicas, vômitos, febre, entre outros. Antes de submeter-se à cirurgia, seu cirurgião realizará exames: laboratoriais, colonoscopia, enema baritado, tomografias, etc) para definir a causa dos seus sintomas. Caso seja definido que você possui uma doença que necessita de cirurgia, a cirurgia laparoscópica colorretal será considerada. CIRURGIA LAPAROSCÓPICA COLORRETAL A cirurgia laparoscópica envolve o uso de vários trocarteres (tubos finos) colocados através de 3 a 5 incisões pequenas (0,5 a 1,5 cm). É usado gás dioxido de carbono para inflar o abdome. Uma ótica fina é colocada através dos trocarteres. Esta ótica permite ao cirurgião ver todo região intra-abdominal através de um monitor de TV. Instrumentos especializados são colocados através destes trocarteres para realizar a cirurgia. Para a cirurgia do intestino grosso, uma das incisões pequenas é aumentada para remover o pedaço do intestino que deverá ser retirado. O procedimento é realizado sob anestesia geral.   Vantagens da cirurgia laparoscópica Os resultados são diferentes em cada procedimento e em pacientes diferentes. Algumas vantagens comuns a todos os procedimentos minimamente ivasivos de colon incluem:
    • Menor tempo de internamento hospitalar
    • Menor tempo de recuperação
    • Menos dor devido às menores incisões
    • Retorno mais rápido à dieta normal
    • Retorno mais rápido ao trabalho e às atividades habituais
    • Melhor resutado estético
    Muitos pacientes podem se qualificar para o procedimento laparoscópico. Entretanto, algumas condições podem diminuir a eligibilidade do paciente para este procedimento, tais como: cirurgias abdominais prévias, obesidade, variações anatômicas ou doenças cardíacas, pulmonares ou renais avançadas. O que acontece antes de sua cirurgias? O cirurgião realizará o exame físico e solicitará outros testes adicionais pré operatórios tais como: raio X, exames laboratoriais, ECG. Caso você esteja tomando medicações tais como aspirina, marcoumar, plavix ou qualquer outra medicação que afine seu sangue, por favor avise seu médico. Você deverá interromper esta medicação antes da cirurgia de acordo com as recomendações do seu médico. O dia antes da cirurgia Será necessário o preparo do seu intestino para realizar a limpeza do cólon antes da cirurgia. Seu médico lhe dará instruções uma vez que você seja internado. Você não deverá comer ou beber água, ou mesmo mastigar chicletes ou ingerir balas a partir da noite prévia à cirurgia. Manhã da cirurgia Traga todas as suas medicações de uso rotineiro com você dentro das embalagens originais. Você conversará com o anesesista. O médico conversará com você sobre a anestesia geral. A anestesia geral é um sono controlado durante a cirurgia de forma que você não sentirá O que acontece após a cirurgia? Após a cirurgia ser realizada, você será transferido para a sala de recuperação (REPAE). Você permanecerá lá durante 1 a 2 horas. Quando estiver pronto, será removido para o quarto. Sua atividade Na tarde após a cirurgia ou o mais tardar no dia seguinte, você deverá sair da cama com ajuda e deverá sentar em uma cadeira. No segundo dia você já deverá caminhar com ajuda no corredor. Caminhar diminui o risco de trombose e infecções pulmonares e também acelera sua recuperação. Nutrição Você não poderá se alimentar inicialmente. Após a avaliação do cirurgião no 1o. ou 2o. dia após a cirugia, provavelmente será iniciada uma dieta líquida restrita. Sua dieta mudará cada dia, de acordo com sua aceitação e recuperação. Complicações Complicações são possíveis durante qualquer procedimento cirúrgico. As seguintes são algumas complicações relacionadas com a cirurgia colorretal: adverse reaction to anesthesia
    • Sangramento dentro do abdome
    • Infecção de feridas
    • Obstrução intestinal devido a tecidos cicatriciais dentro do abdome
    • Vazamento de líquidos de dentro do intestino
    • Pneumonia
    • Coágulos sanguíneos nas pernas e nos pulmões
    • Lesão de outros órgãos
    Caso a cirurgia não possa ser completada pela via laparoscópica, o cirurgião realizará a incisão tradicional, maior. As razões para esta mudança seriam: sangramento, alterações anatômicas que não permitam ao cirurgião completar a cirurgia laparoscópica com segurança. Quando eu saio do hospital? Você poderá sair do hospital com autorização do médico quando:
    • Estiver se alimentando com dieta regular e líquidos
    • O intestino estiver funcionando (eliminando flatus ou fezes)
    • Urinando efetivamente
    • Sem febre ou qualquer sinal de infecção
    • Estiver caminhando sem restrições distâncias pequenas
    A maioria dos pacientes tem alta hospitalar entre o 3o e 7o dias pós a cirurgia. O que devo esperar após a alta? Atividade É comum sentir-se fraco e cansado imediatamente após a alta hospitalar. O corpo precisa de tempo para recuperar-se do estresse que foi a cirurgia. Caminhada caminhada é permitida e encorajada após o primeiro dia de cirurgia. Em casa, inicie caminhadas curtas diárias e aumente gradualmente as distâncias caminhadas. Subir escadas é permitido subir escadas, porém inicialmente deve ser ajudado por alguem. Erguer peso Você pode erguer objetos de até 5 kg após a sua alta hospitalar. Este peso pode ser aumentado gradativamente após 1 mês de cirurgias. Caso erguer peso lhe cause desconforto, deverá parar a atividade. Estas restrições ajudam a prevenir o aparecimento de hérnias no local das incisões.. Banhos Banhos são permitidos a partir do 1o ou 2o dias após a cirurgia. Lave sobre as incisões delicadamente com água e sabão. Não retire os micropores, tenho o cuidado de secá-los bem após o banho. Dirigir Dirigir não é permitido por no mínimo 10 dias após a cirurgia ou até a primeira consulta de acompanhamento pós operatória.  Caso esteja tomando medicações a base de narcóticos (tylex, tramal) você não pode dirigir. Sexo Relações sexuais podem ser reiniciadas de acordo com o seu nível de conforto. Retorno ao trbalho Pessoas com trabalhos sedentários podem retornar  em 10 a 15 dias. Em trabalhos que exigem atividade física o tempo de retorno deve ser aumentado para 4 a 6 semanas. Hábito intestinal Você poderá ter alterações no se hábito intestinal após a cirurgia. Diarréia é comum na primeira semana após a cirurgia. Se o volume da diarréia for muito grande voce deverá entrar em contato com o seu cirurgião. Constipação também deve ser evitada. Dieta Há geralmente algumas restrições dietéticas após a cirurgia. Evite alimentos que causam diarréia ou desconforto. Suplementos nutricionais também podem ser prescritos. Medicações Seus medicamentos: você deve reiniciar todos os medicamentos que você utilizava previamente à cirurgia.. Para dor Seu cirurgião lhe dará uma prescrição de Medicamento para dor após a cirurgia. A medida que a dor diminui você pode diminuir a frequencia dos medicamentos para dor. Para constipação Remédios para dor podem causar constipação. Seu médico pode recomendar medicamentos a base de fibras naturais (fiber mais, stimulance, planta bem) para prevenir constipação. O seu hábito intestinal pode demorar até duas semanas para retornar ao normal. Ligue para seu médico imediatamente em caso de:
    • Diarréia volumosa que dura mais do que 3 dias
    • Náuse ou vômito que não melhora com medicação
    • Dor que não melhora com a medicação prescrita
    • Drenagem de secreção purulenta ou hipermeia (vermelhidão) nas incisões
    • Febre acima de 38,5oC
    Seguimento Para identificar complicações o seguimento é essencial após a cirurgia. Voltar ao Início Câncer Colorretal O câncer colorretal abrange tumores que atingem o cólon (intestino grosso) e o reto. Tanto homens como mulheres são igualmente afetados, sendo uma doença tratável e freqüentemente curável quando localizada no intestino (sem extensão para outros órgãos). Fatores de Risco Os principais fatores de risco são: idade acima de 50 anos; história familiar de câncer de cólon e reto; história pessoal pregressa de câncer de ovário, endométrio ou mama; dieta com alto conteúdo de gordura, carne e baixo teor de cálcio; obesidade e sedentarismo. Também são fatores de risco doenças inflamatórias do cólon como retocolite ulcerativa crônica e Doença de Cronh; algumas condições hereditárias (Polipose Adenomatosa Familiar (FAP)e Câncer Colorretal Hereditário sem Polipose (HNPCC). Ocupa o segundo lugar na região Sudeste (22 casos por 100 mil habitantes) e a terceira posição nas regiões Sul (18 casos por 100 mil habitantes) e Centro-Oeste (14 casos por 100 mil habitantes). Na região Norte (4 casos por 100 mil habitantes), esse tipo de tumor ocupa a quarta posição e, na região Nordeste (5 casos por 100 mil habitantes), fica em quinto lugar. Para esses tipos de câncer, os fatores de risco estão diretamente ligados ao envelhecimento, histórico da doença em parentes próximos, controle do peso e alimentação inadequada. “Uma alimentação balanceada, com baixo teor calórico, rica em frutas, fibras e legumes, associada a hábitos saudáveis como a prática de atividade física, por exemplo, pode reduzir 37% desse tipo de tumor”, diz o nutricionista do INCA, Fábio Gomes. O especialista completa dizendo que a ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcoólicas também pode ser um fator de risco para esse tipo de tumor. Prevenção Uma dieta rica em frutas, vegetais, fibras, cálcio, folato e pobre em gorduras animais é considerada uma medida preventiva. A ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcóolicas deve ser evitada. Como prevenção é indicada uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos. Detecção Precoce O câncer colo-retal quando detectado em seu estágio inicial possui grandes chances de cura, diminuindo a taxa de mortalidade associada ao tumor. Pessoas com mais de 50 anos devem se submeter anualmente ao exame de pesquisa de sangue oculto nas fezes. Indivíduos com exame positivo devem realizar colonoscopia. Para indivíduos com histórico pessoal ou familiar de câncer de cólon e reto , portadores de doença inflamatória do cólon (retocolite ulcerativa e Doença de Chrohn) e de algumas condições hereditárias (FAP e HNPCC) devem procurar orientação médica. Sintomas Indivíduos acima de 50 anos com anemia de origem indeterminada e que apresentam a suspeita de perda crônica de sangue no hemograma, devem realizar endoscopia gastrointestinal superior e inferior. Outros sintomas que podem ocorrer são dor abdominal, massa abdominal, melena, constipação, diarréia, náuseas, vômitos, fraqueza e tenesmo. Diagnóstico O diagnóstico da doença é feito através de biópsia endoscópica com estudo histopatológico. Tratamento A cirurgia é o seu tratamento primário, retirando a parte do intestino afetada e os linfonodos próximos a esta região. Muitos tumores do reto são tratados com cirurgias que preservam o esfíncter anal, através da utilização dos grampeadores, evitando assim as colostomias. Após o tratamento cirúrgico, a radioterapia associada ou não à quimioterapia é utilizada para diminuir a possibilidade da volta do tumor (recidiva). Quando a doença está disseminada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura diminuem. Estimativa 2012 : incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, Coordenação Geral de Ações Estratégicas, Coordenação de Prevenção e Vigilância. – Rio de Janeiro : Inca, 2011. 118 p Voltar ao Início Doença Diverticular
    A presença de divertículos no intestino grosso é uma condição comum que afeta cerca de 50% dos indivíduos com mais de 60 anos e a grande maioria dos indivíduos após os 80 anos. Apenas uma pequena porcentagem dos indivíduos com divertículos desenvolvem sintomas, e uma proporção menor ainda necessitará de cirurgia.   O que é diverticulose? E Diverticulite?   Diverticulos são bolsas que se desenvolvem na parede do intestino, geralmente o cólon esquerdo e o cólon sigmoide, mas podem envolver todo o cólon. Diverticulose descreve a presença destas bolsas. Diverticulite descreve a inflamação ou complicação destas bolsas.   Quais são os sintomas da doença diverticular?   Doença diverticular não-complicada geralmente cursa com sintomas inespecíficos tais como distensão abdominal, constipação alternada com diarreia, flatulência excessiva. Entretanto em algumas situações pode cursar com sangramento ou diverticulite. A doença diverticular é uma causa importante de sangramento colônico significativo.   Diverticulite é a infecção de um ou mais divertículos e pode causar um ou mais dos seguintes sintomas: dor abdominal (principalmente em quadrante inferior esquerdo), calafrios, febre e alteração do hábito intestinal. Sintomas mais intensos estão associados com complicações sérias tais como perfuração, abscesso ou fístula (conexão anormal entre o intestino e outros órgãos ou a pele).    O que causa a doença diverticular?    A causa da diverticulose não é precisamente conhecida, mas é mais comum em indivíduos que possuem uma dieta pobre em fibras. A dieta pobre em fibras ao longo dos anos provavelmenteIt ocasiona o aumento da pressão dentro do intestino grosso e resulta na formação dos divertículos.   Como é tratada a doença diverticular?    Aumentar o consumo de fibras na dieta (grãos, legumes, vegetais, frutas) – e restringir certos alimentos que podem diminuir a pressão dentro do intestino pode diminuir o risco de complicações relacionadas a doença diverticular.   Já a diverticulite exige um tratamento diferente. Casos leves podem ser manejados com antibióticos via oral e restrição dietética. Casos mais graves exigem hospitalização com antibióticos intravenosos e restrições dietéticas.   Quando a cirurgia é necessária?    A cirurgia é reservada para pacientes com episódios recorrentes de diverticulite, complicações ou ataques graves, ou quando não há resposta às medicações. A cirurga também pode ser indicada em indivíduos com um único episódio de diverticulite grave ou com sangramento importante.   O tratamento cirúrgico da diverticulite consiste na remoção do intestino doente, mas comumente o colon sigmoide ou cólon esquerdo. Frequentemente o colon é reconectado ou anastomosado novamente ao reto. A função normal do intestino ocorre geralmente em 3 dias.  Em cirurgias de emergência, pode ser necessária uma colostomia temporária. Paciente com sintomas devem procurar o médico para evitar complicações.       ESTAS ORIENTAÇÕES NÃO SUBSTITUEM A CONSULTA MÉDICA OU A CONVERSA COM O CIRURGÃO. Voltar ao Início
  • Cirurgia Geral


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    Cirurgia de Hérnia Inguinal Laparoscópica
    As hérnias inguinais são hérnias que ocorrem na região da virilha e correspondem a 75% de todas as hérnias abdominais. Este tipo de hérnia é 25 vezes mais comum em homens do que em mulheres. São divididas em diretas e indiretas (mais comuns).[1] O tratamento das hérnias inguinais é cirúrgico e pode ser realizado pelo método minimamente invasivo ou laparoscopica. A grande vantagem da cirurgia laparoscópica é o tempo de recuperação mais rápido e o retorno precoce a todas as atividades, incluindo atividade física. Na cirurgia convencional é recomendado esperar de 4 a 8 semanas, enquanto na cirurgia laparoscópica é necessário esperar de 10 a 15 dias. SOBRE SUA HÉRNIA E O REPARO LAPAROSCÓPICO Cerca de 600,000 cirurgias de reparo de hérnia inguinal são realizadas anualmente nos Estados Unidos. A maioria das cirurgias são realizadas pelo método convencional ou "aberta". Alguns procedimentos são realizados usando um pequeno telescópio chamado laparoscópio. O QUE É HÉRNIA?
    • A hérnia ocorre quando as paredes internas dos músculos abdominais estão enfraquecidos, resultando numa fenda ou abaulamento. Da mesma forma que o tubo interno prolapsa através de um pneu danificado, o revestimento interno do abdome empurra através da área enfraquecida da parede e forma um saco com forma de balão. Isto pode permitir que uma alça intestinal ou outros conteúdos abdominais protruam através do saco. Caso o conteúdo abdominal fique preso dentro do saco, pode ficar retido ou encarcerado. Hérnias encarceradas podem levar a sérias consequências, incluindo a necrose ou morte do intestino que está preso na hérnia. Nestes casos, há necessidade de cirurgia de emergência. A hérnia pode causar dor importante e outros problemas potenciais que podem requerer cirurgia de emergência.
    • Tanto homens como mulheres podem desenvolver hérnias.
    • Você pode nascer com uma hérnia (congênita) ou desenvolver com o passar do tempo.
    COMO EU SEI SE TENHO UMA HÉRNIA?
    • As áreas mais comuns para o aparecimento de hérnias são a região inguinal, a cicatriz umbilical e locais de cirurgias prévias.
    • É fácil reconhecer uma hérnia. Você pode notar um abaulamente abaixo da pele. Você pode sentir dor quando levanta objetos, tosse, ou nos esforços para urinar ou evacuar.
    • A dor pode ser aguda ou imediata ou prolongada que piora no final do dia.
    • Dor grave, contínua, vermelhidão e sensibilidade são sinais de que a hérnia pode estar encarcerada ou estrangulada. Estes sintomas são causa de preocupação e você deve contatar seu médico imediatamente.
    O QUE CAUSA A HÉRNIA? A parede abdominal tem áreas de potencial fraqueza. Hérnias podem desenvolver-se nestas ou em outras áreas devido a esforço pesado na parede abdominal, envelhecimento, lesão, incisões antigas, ou fraquezas presentes no nascimento. Qualquer pessoa pode desenvolver hérnias em qualquer idade. A maioria das hérnias em crianças é congênita. Em adultos, uma fraqueza natural ou esforço for levantar pesos, tosse persistente, dificuldade com evacuação podem ser causas para abertura ou separação da parede abdominal. QUAIS SÃO AS VANTAGENS DO REPARO LAPAROSCÓPICO O reparo laparoscópico de hérnias é uma tecnica que corrige as fraquezas na parede abdominal usando pequenas incisões, telescópios e uma tela. As vantagens são o retorno mais rápido ao trabalho e às atividades habituais, com menos dor em alguns pacientes. VOCÊ É CANDIDADO PARA O REPARO LAPAROSCÓPICO DE HÉRNIAS? Apenas após um exame cuidadoso seu cirurgião pode determinar se o reparo laparoscópico da hérnia é adequado para você. O procedimento pode não ser a melhor escolha para alguns pacientes que já foram submetidos a alguns tipos de cirurgias prévias ou que apresentam algumas condições médicas específicas. QUE TIPO DE PREPARO É NECESSÁRIO?
    • A maioria das hérnias são procedimentos rápidos, desta forma você receberá alta provavelmente no dia seguinte da operação.
    • O preparo pré-operatório incui exames de sangue, avaliação médica, raio X de tórax e eletrocardiograma, dependendo de sua idade e condições médicas associadas.
    • Após  o seu cirurgião rever com você os riscos potenciais e benefícios da cirurgia, você precisará assinar o seu consentimento para a cirurgia.
    • É recomendado que você tome banho na noite que antecede a cirurgia ou na manhã antes da cirurgia.
    • Cirurgiões preferem que seu intestino esteja completamente limpo antes da cirurgia. Geralmente você precisará ingerir um líquido especial que faz a limpeza dos intestinos. Você precisará fazer uma dieta especial, apenas com líquidos claros por um ou vários dias antes da cirurgia.
    • Após a meia-noite da noite que antecede a cirurgia, você não deverá beber ou comer nada exceto as medicações que seu cirurgião falou que era permitido.
    • Medicamentos tais como aspirina, anticoagulantes (marcoumar), medicações anti-inflamatórias ou vitamina E devem ser interrompidas temporariamente por vários dias ou até uma semana antes da cirurgia.
    • Medicamentos inibidores do apetite devem ser interrompidos no mínimo 3 semanas antes da cirurgia
    • Pare de fumar pelo menos 2 meses antes da cirurgia.
    COMO O PROCEDIMENTO É REALIZADO? Técnica  laparoscópica. Neste acesso, o laparoscópio é inserido atraves de uma cânula.O laparoscópio e uma câmera de TV permite que o cirurgião veja a hérnia por dentro. Outras incisões são necessárias para a colocação de outras cânulas pequenas pelas quais instrumentos serão inseridos para a correção da hérnia. A tela também é colocada através destas cânulas e fixada com instrumentos especiais à parede abdominal.   Este procedimento é realizado sob anestesia geral. O QUE DEVO ESPERAR PARA O DIA DA CIRURGIA?
    • Você geralmente deve chegar na manha do dia da operação
    • O anestesista deve inserir um cateter em sua veia para administrar medicações anestésicas e antibióticos.
    • Sua anestesia vai durar várias horas após a cirurgia.
    • Após a cirurgia, você será encaminhado para a sala de recuperação e permanecerá lá até estar completamente acordado.
    • Alguns pacientes vão para casa no mesmo dia da cirurgia, enquanto outros podem necessitar permanecer uma ou mais noites no hospital. A necessidade de permanecer no hospital será determinada de acordo com a extensão do procedimento cirúrgico e com a condição geral de saúde do paciente.
    O QUE ACONTECE SE A CIRURGIA NÃO PODE SER REALIZADA OU COMPLETADA PELO MÉTODO LAPAROSCÓPICO? Em um pequeno número de pacientes, o método laparoscópico não pode ser realizado. Vários fatores aumentam a possibilidade de conversão para o método aberto e incluem: obesidade, história de cirurgias prévias com cicatrização densa e muitas aderências, ou dificuldade de visulaizar órgãos ou sangramentos durante a operação. A decisão de realizar o procedimento aberto é uma decisão realizada pelo cirurgão antes ou durante a operação.  Quando o cirurgião sene que é mais seguro realizar a conversão para o procedimento aberto, isto não é uma complicação, mas sim um julgamento cirúrgico do que é mais seguro para o paciente. O QUE OCORRE APÓS A CIRURGIA?
    • Paciente são encorajados a realizar atividade leves enquanto permanecem em casa após a cirugia. Seu cirurgião determinará o grau de atividade, incluindo levantamento de pesos ou outras atividades. Siga os conselhos do cirurgião rigorosamente.
    • O desconforto pós operatório é geralmente leve a moderado. Frequentemente é necessário o uso de analgésicos.
    • Caso apresente febre, calafrios, vômitos ou não consiga urinar, ligue para seu cirurgião imediatamente.
    • Caso tenho desconforto persistente que não melhora com a medicação ligue para seu cirurgião.
    • A maioria dos pacientes retorna às suas atividades habituais em 7 a 10 dias. Estas atividades incluem dirigir, subir escadas, levantar peso, ou atividade sexual.
    • Ocasionalmente, alguns pacientes desenvolvem abaulamentos ou edema na área onde estava a hérnia. Frequentemente isto é decorrente do acúmulo de líquido dentro do espaço onde a hérnia existia. Na maioria das vezes este fluido é absorvido espontaneamente pelo organismo, num período que pode variar de algumas semanas a a alguns meses. Caso não desapareça, seu cirurgião pode aspirar o fluído com uma agulha.
    • Você deve perguntar ao cirurgião quando deverá agendar a consulta de seguimento pós-operatório. Tipicamente, a consulta deve ser realizada dentro de 10 a 14 dias após a operação.
    QUANDO VOCÊ DEVE LIGAR PARA O CIRURGIÃO? Contate imediatamente seu cirurgião se você desenvolver qualquer um dos sintomas abaixo:
    • Febre persistente acima de 38,6 C
    • Sangramento
    • Inchaço volumoso
    • Dor que não melhora com as medicações
    • Náusea ou vômitos persistentes
    • Calafrios
    • Tosse persistente ou falta de ar
    • drenagem de secreção por qualquer incisão
    • vermelhidão ao redor das incisões


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    Cirurgia de Hérnia Incisional Laparoscópica   (video: http://youtu.be/-esgUGS1aIo) Cirurgia de Hérnia Incisional Laparoscópica O QUE É UMA HÉRNIA VENTRAL OU INCISIONAL?
    • Quando uma hérnia ventral ocorre, geralmente aparece em locais submetidos a  incisões prévias de cirurgias na parede abdominal. Nestas áreas, os músculos abdominais enfraqueceram; isto resulta num prolapso ou em uma fenda. Da mesma forma que o tubo interno prolapsa através de um pneu danificado, o revestimento interno do abdome empurra através da área enfraquecida da parede e forma um saco com forma de balão. Isto pode permitir que uma alça intestinal ou outros conteúdos abdominais protruam através do saco. Caso o conteúdo abdominal fique preso dentro do saco, pode ficar retido ou encarcerado. Hérnias encarceradas podem levar a sérias consequências, incluindo a necrose ou morte do intestino que está preso na hérnia. Nestes casos, há necessidade de cirurgia de emergência.
    • Outros locais em que hérnias ventrais podem ocorrer incluem a cicatriz umbilical (umbigo) ou qualquer outra área da parede abdominal.
    • A hérnia não melhora com o tempo, nem desaparece.
    COMO EU SEI SE TENHO UMA HÉRNIA VENTRAL?
    • A hérnia  é geralmente reconhecida como um abaulamento ou prolapso abaixo da pele. Ocasionalmente, pode não causar nenhum desconforto, entretanto na maioria das vezes você sente dor quando levanta objetos pesados, quando tosse ou quando faz força na hora de evacuar.
    • O desconforto pode ser uma dor forte e aguda que piora no final do dia. Qualquer desconforto contínuo, vermelhidão, náusea ou vômitos associados com o prolapso são sinais de que a hérnia pode estar encarcerada ou estrangulada. Estes sintomas são preocupantes e deve ser realizado contato com seu médico o mais precocemente possível.
    O QUE CAUSA A HÉRNIA VENTRAL OU INCISIONAL?
    • Incisões na parede abdominal vão sempre ser uma área de potencial fraqueza. Hérnias podem se desenvolver nestes locais devido a esforço, levantamento de pesos, envelhecimento, lesões ou após infecções no local da cirurgia.   Hérnias podem ocorrer imediatamente após a cirurgia ou podem ocorrer anos após a cirurgia.
    • Qualquer pessoa pode apresentar uma hérnia em qualquer idade. Hérnias são mais comuns na medida que envelhecemos. Certas condições aumentam a probabilidade do aparecimento de hérnias incluindo tosse persistente, constipação crônica, dificuldade para urinar (próstata aumentada) entre outras causas.
    QUAIS SÃO AS VANTAGENS DA CIRURGIA LAPAROSCÓPICA? Os resultados podem variar dependendo to tipo de procedimento e da condição geral do paciente. Vantagens comuns incluem:
    • Menos dor pós operatória
    • Menor tempo hospitalar
    • Retorno mais rápido à dieta habitual
    • Retorno precoce às atividades habituais
    VOCÊ É UM CANDIDATO PARA O REPARO LAPAROSCÓPICO? Apenas após um exame detalhado seu cirurgião pode determinar se o reparo laparoscópico é uma opção para você. O procedimento pode não ser o mais indicado para alguns pacientes que apresentam grandes cirurgias abdominais prévias, com complicações; ou pacientes que apresentem condições respiratórias graves. QUE TIPO DE PREPARO É NECESSÁRIO?
    • A maioria das hérnias são procedimentos rápidos, desta forma você receberá alta provavelmente no dia seguinte da operação.
    • O preparo pré-operatório incui exames de sangue, avaliação médica, raio X de tórax e eletrocardiograma, dependendo de sua idade e condições médicas associadas.
    • Após  o seu cirurgião rever com você os riscos potenciais e benefícios da cirurgia, você precisará assinar o seu consentimento para a cirurgia.
    • É recomendado que você tome banho na noite que antecede a cirurgia ou na manhã antes da cirurgia.
    • Cirurgiões preferem que seu intestino esteja completamente limpo antes da cirurgia. Geralmente você precisará ingerir um líquido especial que faz a limpeza dos intestinos. Você precisará fazer uma dieta especial, apenas com líquidos claros por um ou vários dias antes da cirurgia.
    • Após a meia-noite da noite que antecede a cirurgia, você não deverá beber ou comer nada exceto as medicações que seu cirurgião falou que era permitido.
    • Medicamentos tais como aspirina, anticoagulantes (marcoumar), medicações anti-inflamatórias ou vitamina E devem ser interrompidas temporariamente por vários dias ou até uma semana antes da cirurgia.
    • Medicamentos inibidores do apetite devem ser interrompidos no mínimo 3 semanas antes da cirurgia
    • Pare de fumar pelo menos 2 meses antes da cirurgia.
    COMO O PROCEDIMENTO É REALIZADO?
    CIRURGIA é o melhor procedimento e pode ser realizado de duas formas:
    1. O método tradicional é realizado através de uma incisão na parede abdominal. Pode ser uma parte ou toda a incisão prévia. O cirurgião pode realizar a costura da parede novamente, entretanto, na maioria das vezes, é necessária a colocação de uma tela dentro ou sobre a parede abdominal para uma correção adequada. Esta técnica é realizada sob anestesia geral, anestesia peridural ou raquidiana, dependendo das condições da hérnia ou do paciente.
    2. A segunda técnica é a laparoscópica. Neste acesso, o laparoscópio é inserido atraves de uma cânula. O laparoscópio e uma câmera de TV permite que o cirurgião veja a hérnia por dentro. Outras incisões são necessárias para a colocação de outras cânulas pequenas pelas quais instrumentos serão inseridos para a correção da hérnia. A tela também é colocada através destas cânulas e fixada com instrumentos especiais à parede abdominal.   Este procedimento é realizado sob anestesia geral. O QUE DEVO ESPERAR PARA O DIA DA CIRURGIA?
    • Você geralmente deve chegar na manha do dia da operação
    • O anestesista deve inserir um cateter em sua veia para administrar medicações anestésicas e antibióticos.
    • Sua anestesia vai durar várias horas após a cirurgia.
    • Após a cirurgia, você será encaminhado para a sala de recuperação e permanecerá lá até estar completamente acordado.
    • Alguns pacientes vão para casa no mesmo dia da cirurgia, enquanto outros podem necessitar permanecer uma ou mais noites no hospital. A necessidade de permanecer no hospital será determinada de acordo com a extensão do procedimento cirúrgico e com a condição geral de saúde do paciente.
    O QUE ACONTECE SE A CIRURGIA NÃO PODE SER REALIZADA OU COMPLETADA PELO MÉTODO LAPAROSCÓPICO? Em um pequeno número de pacientes, o método laparoscópico não pode ser realizado. Vários fatores aumentam a possibilidade de conversão para o método aberto e incluem: obesidade, história de cirurgias prévias com cicatrização densa e muitas aderências, ou dificuldade de visulaizar órgãos ou sangramentos durante a operação. A decisão de realizar o procedimento aberto é uma decisão realizada pelo cirurgão antes ou durante a operação.  Quando o cirurgião sene que é mais seguro realizar a conversão para o procedimento aberto, isto não é uma complicação, mas sim um julgamento cirúrgico do que é mais seguro para o paciente. O QUE OCORRE APÓS A CIRURGIA?
    • Paciente são encorajados a realizar atividade leves enquanto permanecem em casa após a cirugia. Seu cirurgião determinará o grau de atividade, incluindo levantamento de pesos ou outras atividades. Siga os conselhos do cirurgião rigorosamente.
    • O desconforto pós operatório é geralmente leve a moderado. Frequentemente é necessário o uso de analgésicos.
    • Caso apresente febre, calafrios, vômitos ou não consiga urinar, ligue para seu cirurgião imediatamente.
    • Caso tenho desconforto persistente que não melhora com a medicação ligue para seu cirurgião.
    • A maioria dos pacientes retorna às suas atividades habituais em 7 a 10 dias. Estas atividades incluem dirigir, subir escadas, levantar peso, ou atividade sexual.
    • Ocasionalmente, alguns pacientes desenvolvem abaulamentos ou edema na área onde estava a hérnia. Frequentemente isto é decorrente do acúmulo de líquido dentro do espaço onde a hérnia existia. Na maioria das vezes este fluido é absorvido espontaneamente pelo organismo, num período que pode variar de algumas semanas a a alguns meses. Caso não desapareça, seu cirurgião pode aspirar o fluído com uma agulha.
    • Você deve perguntar ao cirurgião quando deverá agendar a consulta de seguimento pós-operatório. Tipicamente, a consulta deve ser realizada dentro de 10 a 14 dias após a operação.
    E SE OCORRER UMA COMPLICAÇÃO?
    • Apesar desta operação ser considerada segura, complicações podem ocorrer assim como qualquer operação, e voce deve consultar seu cirurgião sobre seu caso específico. Complicações durante a cirurgia podem incluir reações adversas à anestesia geral, sangramento, lesões no intestino ou outros órgãos. Caso ocorra infecção na tela, pode ser necessária a remoção da tela. Outros problemas possíveis incluem: pneumonia, coágulos no sangue ou problemas cardíacos se houver predisposição.  Além disso, existe o risco da hérnia voltar, mesmo com a melhor técnica cirúrgica.
    • O índice recidiva da hérnia em longo prazo ainda é desconhecido. Resultados precoces indicam que a cirurgia laparoscópica tem o mesmo sucesso da operação tradicional.
    QUANDO VOCÊ DEVE LIGAR PARA O CIRURGIÃO? Contate imediatamente seu cirurgião se você desenvolver qualquer um dos sintomas abaixo:
    • Febre persistente acima de 38,6 C
    • Sangramento
    • Inchaço volumoso
    • Dor que não melhora com as medicações
    • Náusea ou vômitos persistentes
    • Calafrios
    • Tosse persistente ou falta de ar
    • drenagem de secreção por qualquer incisão
    • vermelhidão ao redor das incisões
         
           

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    Cirurgia de Remoção do Baço Laparoscópica O QUE É O BAÇO? Cirurgia de Remoção do Baço Laparoscópica O baço é um órgão preenchido com sangue localizado no quadrante superior esquerdo do abdome. É um órgãos que armazena células sanguíneas e contém muitas células brancas especializadas chamadas macrófagos que agem como filtros do sangue. O baço é parte do sistema imune e também remove partículas velhas ou danificadas do sangue do sistema circulatório. O baço ajuda na identificação e  destruição de bactérias. COMO EU SEI QUE O MEU BAÇO DEVE SER REMOVIDO? Existem várias razões pelas quais o baço deve ser removido. As condições mais comuns são as seguintes: púrpura trombocitopênica idiopática (PTI), anemia hemolítica, ou condições hereditárias que afetam o formato das células sanguineas, condições conhecidas como esferocitose, anemia falciforme ou talassemia.   Pacientes com neoplasias (câncer) de células que combatem infecção, conhecidos como linfomas ou certos tipos de leucemias, também podem necessitar da retirada do baço. Quando o baço torna-se aumentado, em algumas situações ele remove muitas plaquetas do sangue, e necessita ser removido. COMO ESTES PROBLEMAS SÃO ENCONTRADOS? A avaliação habitualmente inclui um hemograma e biópsia da medula óssea. Exames de imagem tais como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética também podem ser necessários para a visualização da anatomia do baço. QUAIS AS VANTAGENS DA ESPLENECTOMIA LAPAROSCÓPICA? Geralmente as vantagens são:
    • Menor dor pós-operatória
    • Menor tempo hospitalar
    • Retorno mais rápido a alimentação sólida.
    • Retorno precoce às atividades habituais
    • Melhores resultados cosméticos
    EU SOU CANDIDADO PARA A REMOÇÃO LAPAROSCÓPICA DO BAÇO? A maioria dos pacientes podem ser submetidos à esplenectomia laparoscópica. Apesar da experiência do cirurgião ser o principal fator para o sucesso da cirurgia, o tamanho do baço é o determinante mais importante na decisão se o baço pode ser retirado pela via laparoscópica. Quando o tamanho do baço é muito grande, é difícil realizar a cirurgia pela via laparoscópica.  Algumas vezes, a embolização da artéria usando técnicas especias podem diminuir o tamanho do baço para permitir a técnica laparoscópica. Você deve obter uma avaliação cuidadosa por um cirurgião qualificado em remoção laparoscópica do baço juntamente com consultas com outros médicos para descobrir se esta técnica é adequada para você. QUE TIPO DE PREPARO É NECESSÁRIO PARA A CIRURGIA?
    • Preparo pré-operatório inclui exames de sangue, avaliação médica, raio X de tórax e eletrocardiograma, dependendo da idade  e das condições médicas pré-existentes.
    • Após seu cirurgião rever com você os riscos e benefícios da cirugia, você deverá assinar um consentimento informado.
    • Imunização com vacinas que ajudam a prevenir infecções bacterianas após a remoção do baço devem ser aplicadas duas semanas antes da cirurgia, se possível.
    • Transfusão de sangue ou produtos de sangue, tais como plaquetas, podem ser necessárias, dependendo da condição.
    • É recomendado que você tome banho na noite ou na manha que antecede a cirurgia.
    • Você não deverá alimentar-se ou tomar líquidos após a meia-noite antes da cirurgia. Algumas medicações podem ser ingeridas no dia da cirurgia com o mínimo de água, as medicações permitidas serão informadas pelo cirurgião ou o anestesista.
    • Medicamentos tais como aspirina, anticoagulantes, anti-inflamatórios ou vitamina E devem ser interrompidos pelo menos 1 semana antes da cirurgia.
    • Medicamentos anorexígenos (usados para emagrecimento) devem ser interrompidos pelo menos 3 semanas antes da cirurgia.
    • Pare de fumar pelo menos 4 semanas antes da cirurgia e organize-se para conseguir ajuda em casa.
    COMO É FEITA A REMOÇÃO DO BAÇO LAPAROSCÓPICA? A anestesia é geral. Uma cânulo é colocada dentro de seu abdome e dióxido de carbono é inserido para inflar o abdome com gás para criar um espaço para a operação. Um laparoscópio conectado a uma video-camera é colocado através de uma cânula, a qual projeta a imagem dos órgãos internos para um monitor de TV. Outras 4 o 5 cânulas são inseridas para permitir que seu cirurgião coloque instrumentos dentro de seu abdome para trabalhar e remover o seu baço. Após o baço ser desligado de todas as suas conexões a outros órgãos, ele é colocado em um saco especial. O recipiente é retirado por uma das incisões das cânulas, que é aumenta, ou através de uma incisão em seu abdome inferior, de cerca de 5 cm. O QUE ACONTECE SE A CIRURGIA NÃO PODE SER COMPLETADA PELO MÉTODO LAPAROSCÓPICO? Em um pequeno número de pacientes, o método laparoscópico não pode ser realizado. Vários fatores aumentam a possibilidade de conversão para o método aberto e incluem: obesidade, história de cirurgias prévias com cicatrização densa e muitas aderências, ou dificuldade de visulaizar órgãos ou sangramentos durante a operação. A decisão de realizar o procedimento aberto é uma decisão realizada pelo cirurgão antes ou durante a operação.  Quando o cirurgião sene que é mais seguro realizar a conversão para o procedimento aberto, isto não é uma complicação, mas sim um julgamento cirúrgico do que é mais seguro para o paciente. PERÍODO PÓS-OPERATÓRIO Após a cirurgia você receberá fluidos intravenosos em seu braço. Voce precisará de analgésicos para aliviar o desconforto causado pela operação. Assim que você iniciar a alimentar-se, urinar, e estar apto para caminhar e cuidar das necessidades básicas, você poderá ir para casa. EM CASA. Tipicamente, uma vez em casa, você poderá realizar as seguintes atividades, mas cada situação é diferente e atividades "em casa" devem ser discutidas com seu cirurgião:
    • Atividade: Você pode caminhar e subir escadas. Você pode tomar banho de chuveiro, porém não de banheira, por pelo menos uma semana após a cirurgia. You can walk and go up stairs.
    • Dirigir: Pergunte ao seu cirurgião. A maioria das pessoas volta a dirigir após 5 a 7 dias da cirurgia. Porém você não deve estar usando medicações para dor enquanto dirige.
    • Dieta: Dieta normal em casa, entretanto deve ser leve, evitando alimentos que habitualmente tem digestão difícil.
    • Hábito intestinal: É comum ficar constipado após a cirurgia, especialmente quando se está usando medicação para dor. É importante beber bastante água (2 litros ) e ingerir bastante fibra na dieta (frutas e verduras 4 a 6 vezes ao dia). Seu cirurgião pode aconselha-lo sobre métodos para ajudá-lo a melhorar a função intestinal após a cirurgia.
    QUAIS COMPLICAÇÕES PODEM OCORRER? Complicações após esplenectomia laparoscópica são bastante incomuns. Possíveis complicações incluem: pneumonia, sangramento interno ou infecção. O pâncreas também pode ficar inflamado (pancreatite). Hérnias nos locais das cânulas podem ocorrer alguns meses após a cirurgia. Infecção pós esplenectomia. Ocorre porque o baço está ausente para combater certas infecções bacterianas. A vacina para prevenir estas infecções geralmente é dada antes de você retirar seu baço e é um dos métodos para ajudar o organismo a combater e prevenir infecções. É importante que você avise seu médico ou qualquer médico que substitua seu cirurgião que você não teve seu baço removido. QUANDO LIGAR PARA O SEU MÉDICO? Sempre contate seu médico nas seguintes situações:
    • Febre persistente acima de 39 C
    • Sangramento
    • Edema abdominal crescente
    • Dor que não melhora com as medicações
    • náusea ou vômitos persistentes
    • calafrios
    • Tosse persistente ou falta de ar
    • Drenagem purulenta pelas incisões
    • Vermelhidão ao redor das incisões que está piorando ou aumentando
    • Caso você não esteja apto a beber líquidos ou alimentar-se


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    Cirurgia da Vesícula Biliar Laparoscópica      
      Cirurgia da Vesícula Biliar Laparoscópica - A remoção da vesícula biliar é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados. O nome deste procedimento é colecistectomia laparoscópica. O QUE É A VESÍCULA BILIAR?
    • A vesícula biliar é um órgão que situa-se abaixo do lado direito do fígado.
    • A principal função da vesícula biliar é coletar e concentrar a bile que é produzida pelo fígado. A bile é liberada pela vesícula biliar após a alimentação, ajudando na digestão principalmente de alimentos gordurosos. A bile viaja através de canais estreitos para chegar no intestino.
    • A remoção da vesícula biliar não está associada a qualquer problema digestivo na maioria das pessoas.
    O QUE CAUSA PROBLEMAS NA VESÍCULA BILIAR?
    • Problemas na vesícula biliar geralmente são causados por cálculos: massas endurecidas e pequenas consistindo primariamente de colesterol e sais biliares que se formam dentro da vesícula biliar ou em um dos ductos biliares.
    • Não se sabe exatamente a causa pela qual as pessoas formam cálculos biliares.
    • Não há meios para prevenir o aparecimento de cálculos biliares.
    • Estes cálculos podem bloquear o fluxo de bile a partir da vesícula biliar, causando seu edema, resultando em dor abdominal intensa, tipo cólica, vômitos, indigestão e,  ocasionalmente, febre.
    • Caso os cálculos obstruam o ducto biliar comum, pode ocorrer icterícea.
    • Caso os cálculos obstruam a via comum de eliminação das secreções biliares e pancreáticas para o intestino, pode ocasionar pancreatite.
    COMO ENCONTRAR E TRATAR ESTES PROBLEMAS? Ultrassom é o exame mais comum para encontrar cálculos na vesícula biliar.
    • Os cálculos biliares não desaparecem sozinhos, portanto a presença dos cálculos associados a sintomas de dor são indicação de cirurgia para remoção da vesícula biliar.
    • Caso seja um achado incidental a presença de cálculos biliares (ecografia realizada para visualizar outra doença, tal como cálculo renal), na ausência de sintomas, você deve da mesma forma consultar um cirurgião, pois existem indicações para a retirada da vesícula biliar se houver a presença de cálculos, mesmo na ausência de sintomas.
    QUAL A VANTAGEM DE REALIZAR ESTE PROCEDIMENTO PELA VIA LAPAROSCÓPICA?
    • Ao invés de uma incisão de 15 a 20 cm (cirurgia convencional), a operação laparoscópica requer apenas 4 incisões de no máximo 1 cm.
    • Pacientes geralmente tem dor abdominal mínima.
    • Recuperação mais precoce.
    • Alta no mesmo dia ou no dia seguinte da cirurgia e retorno precoce às atividades habituais.
    QUE TIPO DE PREPARO É NECESSÁRIO PARA A CIRURGIA? As seguintes recomendações e exames são geralmente necessários, entretanto seu cirurgião orientará quais exames são os mais adequados para você:
    • Preparo pré-operatório inclui exames de sangue, avaliação médica, raio X de tórax e eletrocardiograma, dependendo da idade  e das condições médicas pré-existentes.
    • Após seu cirurgião rever com você os riscos e benefícios da cirugia, você deverá assinar um consentimento informado.
    • É recomendado que você tome banho na noite ou na manha que antecede a cirurgia.
    • Você não deverá alimentar-se ou tomar líquidos após a meia-noite antes da cirurgia. Algumas medicações podem ser ingeridas no dia da cirurgia com o mínimo de água, as medicações permitidas serão informadas pelo cirurgião ou o anestesista.
    • Medicamentos tais como aspirina, anticoagulantes, anti-inflamatórios ou vitamina E devem ser interrompidos pelo menos 1 semana antes da cirurgia.
    • Medicamentos anorexígenos (usados para emagrecimento) devem ser interrompidos pelo menos 3 semanas antes da cirurgia.
    • Pare de fumar pelo menos 4 semanas antes da cirurgia e organize-se para conseguir ajuda em casa.
    COMO A COLECISTECTOMIA LAPAROSCÓPICA É REALIZADA?
    • Sob anestesia geral - o paciente permanece dormindo sob ventilação durante o procedimento.
    • Usando uma cânula, o cirurgião ganha acesso à cavidade abdominal na área do da cicatriz umbilical (umbigo).
    • Um laparoscópio conectado a uma câmera é inserido através da cânula, permitindo uma visão magnificada dos órgãos internos numa tela de TV.
    • Outras cânulas são inseridas, as quais permitem ao cirurgião separar delicadamente a vesícula biliar de suas conexões a outros órgãos e então removê-la, geralmente através da incisão da cicatriz umbilical.
    • Após a remoção da vesícula biliar, as pequenas incisões são fechadas com pontos externos ou internos.
    O QUE ACONTECE SE A CIRURGIA NÃO PODE SER COMPLETADA PELO MÉTODO LAPAROSCÓPICO? Em um pequeno número de pacientes, o método laparoscópico não pode ser realizado. Vários fatores aumentam a possibilidade de conversão para o método aberto e incluem: obesidade, história de cirurgias prévias com cicatrização densa e muitas aderências, ou dificuldade de visulaizar órgãos ou sangramentos durante a operação. A decisão de realizar o procedimento aberto é uma decisão realizada pelo cirurgão antes ou durante a operação.  Quando o cirurgião sene que é mais seguro realizar a conversão para o procedimento aberto, isto não é uma complicação, mas sim um julgamento cirúrgico do que é mais seguro para o paciente. O QUE ACONTECE APÓS A CIRURGIA?
    • A Remoção da vesícula biliar é uma operação abdominal grande e, portanto, pode haver dor pós operatória em níveis variados. Náuse a vômitos não são incomuns.
    • Após a aceitação de líquidos e da dieta, pacientes podem sair do hospital no mesmo dia ou no dia seguinte após a colecistectomia laparoscópica.
    • A Atividade depende de como o paciente se sente. É imporatnte caminhar. Os curativos devem ser retirados apenas na consulta pos operatória ou de acordo com a orientação do seu médico.
    • Os Pacientes geralmente estão aptos a retornar às suas atividades habituais dentro de uma semana, incluindo dirigir, subir escadas,  carregar pesos leves e trabalhar.
    • Em geral, a recuperação deve ser progressiva após o paciente ir para casa.
    • O aparecimento de febre, olhos amarelados, drenagem a partir de qualquer uma das incisões ou náusea e vômitos persistentes podem ser indícios de complicações. Seu cirurgião deve, portanto ser contactado nestas circunstâncias.
    • Agende um retorno com seu cirurgião dentro de 10 dias após a operação.
    QUAIS AS POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES? Complicações da colecistectomia laparoscópica são infrequentes, mas incluem sangramento, infecção, pneumonia, coágulos sanguíneos ou problemas cardíacos. Lesão não intencional de estruturas adjacentes tais como o ducto biliar comum ou o intestino delgado pode ocorrer e pode haver necessidade de outro procedimento cirúrgico para a reparação. Fistula biliar (vazamento de bile para o abdome) também pode raramento ocorrer. Vários estudos confirmam que os índices de complicação para a colecistectomia (retirada da vesícula) pela via laparoscópica é comparável aos índices de complicação para a retirada da vesícula pelo método aberto. QUANDO LIGAR PARA O SEU MÉDICO? Sempre contate seu médico nas seguintes situações:
    • Febre persistente acima de 39 C
    • Sangramento
    • Edema abdominal crescente
    • Dor que não melhora com as medicações
    • náusea ou vômitos persistentes
    • calafrios
    • Tosse persistente ou falta de ar
    • Drenagem purulenta pelas incisões
    • Vermelhidão ao redor das incisões que está piorando ou aumentando
    • Caso você não esteja apto a beber líquidos ou alimentar-se


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    Apendicectomia (remoção do apêndice cecal) Laparoscópica

    O que é o apêndice cecal?

    O apêndice produz uma proteína que destrói bactérias chamadas imunoglobulinas, que ajudam a combater infecções. Esta função, entretanto, não é essencial. Pessoas que se submetema a retirada do apêndice não têm risco aumentado de infecção, uma vez que outros órgãos substituem o apêndice nesta função. O QUE É APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA? Apendicite é um dos problemas cirúrgicos mais frequentes. Um em cada 2000 pessoas necessitam de apendicectomia durante a vida. O tratamento requer uma cirurgia para remover o apêndice infectado. Tradicionalmente, o apêndice é removido através de uma incisão na parede abdominal inferior. Na maioria das apendicectomias laparoscópicas, os cirurgiões operam através de 3 incisões pequenas (cada uma com 0,5 a 1,2 cm) enquanto olham por uma imagem aumentada os órgãos internos num monitor de televisão. VANTAGENS DA APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA Os resultados podem variar dependendo do tipo de procedimento e da condição geral do paciente. As vantagens mais comuns são:
    • Menor dor pós-operatória
    • Menor tempo de internamento hospitalar
    • Retorno mais rápido da função intestinal
    • Retorno mais precoce às atividades habituais
    • Melhores resultados estéticos
    VOCÊ É UM CANDIDADO PARA A APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA? Apesar da apendicectomia laparoscópica ter vários benefícios, ela pode não ser apropriada para alguns pacientes. Apendicites precoces, não perfuradas, podem ser facilmente realizadas por laparoscopia. Em algumas situações mais graves, quando o apendice já está perfurado, o procedimento convencional usando incisões maiores pode ser a melhor opção. COMO A APENDICECTOMIA LAPAROSCÓPICA É REALIZADA? As palavras "laparoscópica" e "aberta" para apendicectomias, descrevem as técnicas que o cirurgião usa para ganhar acesso ao local da cirurgia. A maioria das apendicectomias laparoscópicas começam da mesma maneira. Usando uma cânula, o cirurgião entra na cavidade abdominal. Um laparoscópio conectado a uma câmera é inserido através de uma cânula, dando ao cirurgião uma visão magnificada dos órgãos internos dos pacientes num monitor de TV. Outras 2 cânulas são inseridas para permitir que o cirurgião trabalhe dentro da cavidade abdominal para remover o apêndice. COMO É O PERÍODO APÓS A CIRURGIA? Após a operação, é muito importante seguir as orientações de seu médico.as seguintes orientações ajudam na recuperação:
    • Deambular o mais precocemente possível. Isto diminui o risco de coágulos no sangue ou dores musculares.
    • Você estará apto a retornar a maioria de suas atividades habituais em uma ou 2 semanas. Estas atividades incluem dirigir, subir escadas, trabalhar ou atividades sexuais.
    • Se houver dores prolongadas que não melhoram com os analgésicos prescritos, você deve notificar seu cirurgião.
    • Você deve ligar para seu cirurgião e agendar uma consulta após 1 a 2 semanas de sua operação.
    QUAIS COMPLICAÇÕES PODEM OCORRER? Como em qualquer operação, existem riscos que incluem:
    • sangramento
    • Infecção
    • Remoção de um apêndice normal
    • Fístula na margem do cólon onde o apêndice foi removido
    • Lesão a órgãos adjacentes tais como o intestino delgado, ureter e bexiga.
    • Coágulos sangüíneos que se deslocam para os pulmões
    É importante reconhecer os sinais precoces de possíveis complicações. Contate seu cirurgião se você apresentar dor importante, febre, calafrios o sangramento retal. QUANDO LIGAR PARA O SEU MÉDICO? Sempre contate seu médico nas seguintes situações:
    • Febre persistente acima de 39 C
    • Sangramento
    • Edema abdominal crescente
    • Dor que não melhora com as medicações
    • náusea ou vômitos persistentes
    • calafrios
    • Tosse persistente ou falta de ar
    • Drenagem purulenta pelas incisões
    • Vermelhidão ao redor das incisões que está piorando ou aumentando
    • Caso você não esteja apto a beber líquidos ou alimentar-se


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  • Curriculo
    Professora Adjunta de Cirurgia - Universidade Positivo
    Professora Assistente de Cirurgia - Pontificia Universidade Católica do Paraná
    Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (1995-2000) e mestrado e doutorado em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Universidade Federal do Paraná (2005 e 2010). Residência em Cirurgia Geral com área de Atuação em Cirurgia Laparoscópica no Hospital Nossa Senhora das Graças (2001-2004). Research fellowship em nutrição cirúrgica e cirurgia bariátrica em Syracuse, NY - SUNY Upstate Medical University (2004-2005). Clinical Fellowship, especialização, em Cirurgia Laparoscópica Avançada e Cirurgia Bariátrica em Cleveland, OH - Cleveland Clinic Foundation.(2005-2006) Saiba Mais.

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